"O dinheiro não traz felicidade"
Quantas vezes já não ouviu este velho provérbio?
Mas alguém em pleno século XXI, sem palas nos olhos, em que à distância de um clique podemos saber o que se passa no outro lado do mundo, ainda concorda com esta ideologia de que podemos ser pobrezinhos mas felizes?
Na minha opinião, isto foi um provérbio inventado pelos ricos para não serem alvo de tanta inveja. Só pode!
O dinheiro compra quase tudo! Só não compra tudo porque da morte não nos livra... por enquanto... acredito que num futuro não muito distante, com muito dinheiro poderemos contornar ou adiar a morte.
Quem afirma que o dinheiro não traz felicidade é porque não tem a mínima noção de como é sobreviver para sustentar a família. É sobreviver sim, com o dinheiro todo contadinho (e muitas vezes em falta) para pagar as contas da água, luz, gás, transporte para o trabalho e o básico para a casa (comida e produtos de higiene), não se vive, sobrevive-se!
Todos os dias preocupado em gerir bem o dinheiro de forma a conseguir pagar as contas e o comer, passar dias e dias com essas preocupações na cabeça o que faz à saúde de um indivíduo? Uma pessoa despreocupada é mais saudável, tem a cabeça livre para usar em coisas que lhe estimulem sentimentos de felicidade. Quem não tem preocupações com o dinheiro também pode escolher produtos melhores, ter uma alimentação mais saudável e variada. Pode ir também ao Spa, às massagens, ao ginásio e mesmo simplesmente usar produtos de higiene pessoal mais saudáveis, em suma ter cuidados com o corpo e a mente. É certo que todo o cuidado é pouco, e mesmo as pessoas mais ricas adoecem, mas se essas pessoas tiverem de ir ao médico ou mesmo ao hospital, vão ao privado! Pagam bem, mas têm um atendimento do melhor, por exemplo, não esperam 3 horas para serem chamadas (numa sala de espera caótica) e outras tantas horas divididas entre análises e a passar de médico para médico como já me aconteceu num hospital público.
Como conclusão, à questão se o dinheiro compra ou não a saúde, contribui muito para sermos mais saudáveis e mesmo quando estamos doentes, o dinheiro ajuda e muito a sermos bem tratados, com todos os meios e comodidades.
Se compra o amor? O amor verdadeiro pode não comprar, é provável que o/a torne num íman de amores interesseiros, mas, além de todos os meios materiais que podem ajudar na conquista da pessoa amada, o dinheiro permite ter mais tempo para investir em saídas e assim conhecer mais pessoas, o que não acontece quando não se tem dinheiro e a rotina é casa - trabalho - casa... E no fim, quando amamos e somos amados, o que o dinheiro não ajuda em fazermos a nossa cara-metade feliz...
Já vai longo o devaneio... espero que seja um abre-olhos a quem ainda pensa que o dinheiro não traz felicidade. Serviu também para explicar porque sonho tornar-me milionário, para conseguir ser feliz durante 99% do tempo de vida que ainda terei pela frente.
Pense quantas pessoas poderia ajudar se tivesse mais dinheiro e como ficaria feliz em conseguir ajudá-las...
In the end, it's all about the money!
quarta-feira, 9 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
I have a dream!
Todo o indivíduo em diferentes alturas da sua vida tem sonhos!
De há muito tempo para cá, o meu maior sonho é tornar-me milionário...
Infelizmente tenho uma extensa lista de contrariedades para que tal sonho se realize... ora vejamos:
i. os meus pais não cumpriram com a parte deles - não são milionários e por conseguinte não nasci rico;
ii. nasci em Portugal - há uma infinitésima chance de com trabalho, dedicação e esforço atingir tal objectivo, em terras lusitanas ou nascemos ricos, ou conhecemos personagens influentes na esfera política ou traficamos estupefacientes e pessoas;
iii. formei-me na área errada - já lá vai o tempo em que um curso superior era sinónimo de ter um trabalho bem remunerado e ser respeitado/admirado socialmente... cinco anos de estudo, com muita privação para conseguir pagar as propinas, livros, materiais, etc... também muito tempo empreendido no estudo para conseguir passar todas as cadeiras à primeira e com boas notas, parte da juventude perdida;
iv. vestir a camisola da empresa - em meia dúzia de anos como colaborador na única empresa em que trabalhei, por diversas vezes vesti a camisola, não por pensar que seria recompensado monetariamente, porque cedo percebi que ali não iria ter uma remuneração crescente de acordo com a experiência (a crise serviu de desculpa para justificar), não para subir na carreira (porque as únicas posições eram a de colaborador e a de patrão), mas, por brio profissional! Sim ainda há alguns indivíduos que independentemente das condições de trabalho fazem por desempenhar as suas funções sempre o melhor que podem e conseguem;
v. despir a camisola da empresa - no final... com vários ordenados em atraso, com justificações, só a pedido, e solicitações para aguentar um pouco mais que a culpa é da crise, do cliente X que não paga e o Y pagou mas o guito foi logo sugado pelo banco, etc e tal! faz quase um ano que atirei a camisola ao chão e vim parar ao desemprego;
vi. procura de trabalho - durante um ano de desemprego perdi a conta aos currículos enviados, as respostas conto pelos dedos das mãos e das entrevistas uma mão chega e sobra para contá-las;
vii. oferta - não há trabalho na minha área, mesmo tentando por conta própria foram escassos os €uros realizados e as empresas que metem anúncios de oferta de emprego aproveitam para sugar um colaborador a custo zero pelo IEFP;
A lista de contrariedades para alcançar o sonho continua, mas, não querendo tornar o texto mais boring! do que já está, fico pela sétima contrariedade, afinal se existe um número que desperta atenção, curiosidade e misticismo, é o sete...
segunda-feira, 31 de março de 2014
E porque não?
"Porque raio hei-de ajudar um Gajo a tornar-se Milionário? Um gajo que nem sequer conheço... Ainda mais, sem nada em troca?"
São duas das perguntas que podem assolar a cabeça do leitor...
Como resposta digo: "E porque não?"
Quantas vezes o leitor não deita dinheiro à rua? Quer exemplos?
i. Técnicos de gestão de parqueamento automóvel (também conhecidos por arrumadores de carros), quantos €uros já lhes passou para a mão numa rua com vários lugares à escolha ou em que primeiro viu o lugar e depois é que viu o abutre?
ii. Revistas cor-de-rosa... sim é dinheiro deitado à rua, vejamos, 1º só traz estórias que não trazem nada de novo à sua vida ou que sequer possam contribuir para a sua felicidade momentânea, muitas vezes traz o contrário, infelicidade por ver tanta alma a viver à grande e à burguesa e você mal consegue pagar as contas, e 2º porque essas cusquices muitas vezes estão na internet, ou ouve-as na televisão ou muitas vezes pode mesmo encontrar as ditas na sala de espera de um consultório, cabelereira, café, etc...
iii. Já pensou que quando compra algo está a pagar não só o produto mas também a embalagem? E o que faz à embalagem? Lixo? Reciclagem? Nesta última opção não está só a deitar dinheiro à rua como também está a dar a alguém que vai valorizar e ganhar dinheiro com o seu lixo...
iv. No jogo... sim qual é a probabilidade de ganhar o Euromilhões, o Totoloto ou whatever? Mas semana após semana insiste! Faça as contas de quanto já gastou em jogo e qual foi o ganho. O ganho foi maior do que o investimento? Então pode considerar-se uma pessoa com sorte no jogo. Se o gasto foi maior do que o retorno... é dinheiro deitado à rua, claramente...
A lista poderia alongar-se em mais pontos, mas, o objectivo aqui não é dar um sermão, é dar o impulso ao leitor para pensar sobre o dinheiro que tem deitado à rua...
São duas das perguntas que podem assolar a cabeça do leitor...
Como resposta digo: "E porque não?"
Quantas vezes o leitor não deita dinheiro à rua? Quer exemplos?
i. Técnicos de gestão de parqueamento automóvel (também conhecidos por arrumadores de carros), quantos €uros já lhes passou para a mão numa rua com vários lugares à escolha ou em que primeiro viu o lugar e depois é que viu o abutre?
ii. Revistas cor-de-rosa... sim é dinheiro deitado à rua, vejamos, 1º só traz estórias que não trazem nada de novo à sua vida ou que sequer possam contribuir para a sua felicidade momentânea, muitas vezes traz o contrário, infelicidade por ver tanta alma a viver à grande e à burguesa e você mal consegue pagar as contas, e 2º porque essas cusquices muitas vezes estão na internet, ou ouve-as na televisão ou muitas vezes pode mesmo encontrar as ditas na sala de espera de um consultório, cabelereira, café, etc...
iii. Já pensou que quando compra algo está a pagar não só o produto mas também a embalagem? E o que faz à embalagem? Lixo? Reciclagem? Nesta última opção não está só a deitar dinheiro à rua como também está a dar a alguém que vai valorizar e ganhar dinheiro com o seu lixo...
iv. No jogo... sim qual é a probabilidade de ganhar o Euromilhões, o Totoloto ou whatever? Mas semana após semana insiste! Faça as contas de quanto já gastou em jogo e qual foi o ganho. O ganho foi maior do que o investimento? Então pode considerar-se uma pessoa com sorte no jogo. Se o gasto foi maior do que o retorno... é dinheiro deitado à rua, claramente...
A lista poderia alongar-se em mais pontos, mas, o objectivo aqui não é dar um sermão, é dar o impulso ao leitor para pensar sobre o dinheiro que tem deitado à rua...
sábado, 29 de março de 2014
13, this is Houston, do you read?
Um, dois, três, experiência... som... som... Alguém me ouve desse lado?
Espero que o blogue apesar de simples vos pareça bonitinho.
Caso seja do interesse ou tenha ouvido o click! da curiosidade a accionar, se não for pedir muito, agradecia que onde diz "Seguir esta caminhada", clicassem em "Aderir a este site" e se tornassem seguidores deste blogue.
Quem não quiser, tudo bem, amigos na mesma... não esperem é que me lembre de vocês quando for milionário... UAHAHAHAHAH...
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